quarta-feira, 18 de junho de 2008

Mais Amado


Por mais que se deva frear o otimismo exagerado, não se pode podar por completo a excitação pelas novidades cinematográficas que pairam sobre a terrinha de todos os santos.
E ao que tudo indica, é a vez de Jorge Amado invadir as telinhas, com duas produções de peso: A Morte e a Morte de Quincas Berro e Capitães da Areia, ambos previstos para começarem a rodar ainda este ano.

Capitães da Areia é uma adaptação para a telona do romance homônimo de Jorge Amado, escrito em 1937, e seu título mais vendido com mais de 100 milhões de cópias por todo o mundo.

O romance retrata uma ano na vida de um grupo de jovens abandonados, os chamados "capitães da areia", que promovem uma série de assaltos na Salvador dos anos 30. Conta o dia a dia deste grupo, as aventuras e desventuras por que passam, em plena adolescência, tentando sobreviver nas ruas da capital baiana.

A trilha sonora é de criação de Carlinhos Brown, e roteiro e direção ficam por conta de Cecília Amado, neta do autor. Em entrevista à Revista Muito, ela afirmou ter escolhido este livro por acreditar que possui “um potencial comercial muito forte, o que significa, mais do que vender ingresso, que as pessoas vão ver essa mensagem; a possibilidade de fazer um filme artisticamente muito requintado sem cair em truques para ser mais comercial, porque ele já é, automaticamente, comercial; e, ainda, a temática social.”

Cecília defende que, apesar da produtora vir de fora, o filme deve ser considerado, sim, um produto baiano, entre outros motivos “por ter a Bahia no conceito e na essência dos personagens”.

O elenco está sendo selecionado na capital baiana. 90 garotos provenientes de ONG´s que trabalham com arte-educação em Salvador já foram selecionados para participar das oficinas de atores, mas ainda há vagas para personagens principais.

terça-feira, 17 de junho de 2008

Quincas no cinema


Mais um filme baiano. Não qualquer filme, em se tratando da combinação Jorge Amado e Sérgio Machado. A responsabilidade é grande: adaptar para o cinema o romance A Morte e A Morte de Quincas Berro Dágua, considerado por muitos - como João Ubaldo Ribeiro, Ferreira Goulart e Miltom Hatoum -, a grande obra prima do autor.

No  prólogo da obra Vinícius de Moraes vai mais longe: “Saí da leitura dessa extraordinária novela com a mesma sensação que tive ao ler os grandes romances e novelas dos mestres russos do século 19, Puchkin, Dostoievski, Tolstoi e Gogol especialmente. Uma sensação de bem-estar físico e espiritual como só os prazeres do copo e da mesa, quando se está com sede e fome, e os da cama quando se ama”. Inegavelmente Jorge Amado é um dos mais populares escritores brasileiros e um dos grandes responsáveis pela criação de um imaginário brasileiro no mundo. Seus livros foram traduzidos em 55 países, em 49 idiomas.

O projeto é desafiador, mas o baiano Sérgio Machado, roteirista e diretor, não se intimida e quer oferecer uma perspectiva contemporânea sobre o universo jorgeamadiano através da construção de uma narrativa a partir do olhar de dentro, ressaltando o lado cotidiano da obra.

 O longa, em fase de pré-produção, já está com roteiro em estágio final de conclusão e previsão de ser rodado na Bahia a partir do segundo semestre desse ano. Sérgio representa uma nova safra de diretores brasileiros. Diretor de curtas, séries e documentários premiados e parceiro da VideoFilmes, o baiano escreveu e dirigiu Cidade Baixa, longa comercializado em mais de 20 países e premiado na Edição 2005 do Festival de Cannes. Sobre o novo projeto, ele fala: “apesar de A Morte e A Morte de Quincas Berro Dágua ser um projeto de visibilidade e que pretende alcançar o grande público, este é também um projeto extremamente pessoal”.

Fundada em 1987 pelos diretores Walter Salles e João Moreira Salles, a VideoFilmes, produtora do longa, já conta com mais de 200 prêmios nacionais e internacionais para filmes como Central do Brasil, Cidade de Deus, Cidade Baixa, Terra Estrangeira, Lavoura Arcaica, dentre outros. O cenário para a produção é favorável, com o crescimento do cinema brasileiro. Segundo a Ancine (Agência Nacional do Cinema), só em 2007 foram produzidos 78 longas-metragens no país, com um incremento significativo da presença do cinema nacional em premiações e  festivais internacionais. 

domingo, 15 de junho de 2008

McCain é sucesso no Youtube com gafe no veto a cervejas


O provável candidato republicano à Casa Branca John McCain atraiu milhares de internautas no Youtube com um vídeo de seu discurso no qual promete vetar toda "cerveja" dos democratas. A confusão foi com a palavra "bill", projeto de lei, em inglês, e "beer", cerveja.

O discurso foi no Arizona durante a reunião da Cúpula Nacional dos Pequenos Negócios, o senador falava sobre a redução dos impostos para as empresas e trabalhadores de classe média.

McCain pedia aos republicanos que "retomassem" seu nome "como controladores de gastos" e se distinguissem dos democratas "gastadores a quem se opunham antes", o que, diante da liderança democrata no Congresso, é possível através do veto presidencial. Após a gafe, o candidato continuou seu pronunciamento sobre economia, tema que foi foco da primeira semana de campanha presidencial.


Fonte:



terça-feira, 3 de junho de 2008

Cerveja Itaipava Premium é “Produto do Ano”


A cerveja Itaipava Premium, produzida pela Cervejaria Petrópolis, foi escolhida como “Produto do Ano” Brasil 2008, na categoria Cerveja Premium, segundo pesquisa realizada pelo IBOPE, com mais de 5000 consumidores, em cinco capitais do Brasil, pela inovação de sua embalagem. Desenvolvida para armazenar dez latas da bebida, a embalagem é mais fácil de transportar e é própria para se deixar na geladeira (o recipiente é fechado, com uma abertura na parte superior que quando se tira uma latinha, imediatamente a outra cai e fica na frente, como nas vending machines).


Private Label conhecido por mais de 400 milhões de consumidores em todo o mundo. Única iniciativa que anualmente premia e distingue os novos produtos lançados no mercado do ponto de vista da inovação, sendo o próprio consumidor a elegê-los. As marcas que concorrem ao Produto do Ano passam por um processo, onde as mesmas são analisadas por comitês ou júris e, na seqüência, pelos consumidores finais, por meio do maior estudo de mercado realizado em cada País. Os artigos eleitos são premiados anualmente e têm o direito ao uso do selo Produto do Ano em suas embalagens.
O prêmio Produto do Ano foi lançado na França, em 1987. Desde então, o Groupe Management Europe tem desenvolvido o projeto também na Alemanha, Bélgica, Dinamarca, Espanha, Irlanda, Israel, Itália, Luxemburgo, Países Baixos, Polônia, Portugal e Reino Unido. O Brasil foi o primeiro País na América Latina a participar de uma eleição Produto do Ano e no próximo ano este prêmio será estendido também aos Estados Unidos, Áustria, Suíça, Índia, África do Sul, México, Argentina e Chile.


A Produto do Ano Brasil Consultoria em Marketing já opera neste ano a eleição das marcas que receberão o prêmio “Produto do Ano 2009”.
As empresas interessadas em inscrever seus produtos podem fazê-lo até 31 de agosto de 2008. Devem ser inscritos produtos lançados no Brasil no período de 1º de julho de 2006 a 31 de julho de 2008. As inscrições precisam ser enviadas para: Produto do Ano Brasil (av. Luiz Carlos Berrini, 828 – 3º andar, conj. 31, CEP 04571-000). Mais informações sobre inscrições pelo tel. 0xx11 5102-3590.



Fontes:


segunda-feira, 26 de maio de 2008

Lacre polêmico


A Cervejaria Petrópolis  tentou, há algum tempo, sacudir o mercado das cervejas e lançou como estratégia de marketing o lacre nas latinhas de alumínio das suas bebidas. A iniciativa valeu e ajudou a empresa a atingir 8,6% de participação de mercado. O recente anúncio do Grupo Schincariol, que também adotará o lacre em toda a sua linha de produção, reaqueceu o debate sobre a medida. 
As controvérsias apareceram desde que o Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja e Associação Brasileira da Indústria de Refrigerantes (Abir) contestaram o benefício proporcionado pelo lacre mediante estudos elaborados pelo Centro de Tecnologia da Embalagem (Cetea), entidade sem fins lucrativos e mantida por empresas privadas. Por ordem judicial, a campanha alerta para o fato de o lacre de alumínio não ser garantia de higiene e recomendar que o consumidor limpe a lata antes de beber, está fora do ar desde o começo do ano. Por outro lado, os advogados da Petrópolis, que entraram com o recurso na Justiça solicitando a retirada da peça de propaganda e ganharam a liminar favorável, se apóiam em um estudo do laboratório de Biologia da Universidade de São Paulo (USP) que aponta vantagens de limpeza no uso do lacre.
A Ambev também se mostra contrária ao uso do selo, por acreditar que ele não agrega nenhuma vantagem nem para o consumidor nem para a empresa. Fato é que para lacrar suas latinhas, as cervejarias têm de comprar máquinas seladoras, que têm um ritmo de produção inferior ao das engarrafadoras. Enquanto as primeiras selam entre 50 e 60 mil latas por hora, as outras engarrafam 140 mil latas. Segundo o Sindicerv existem 50 projetos de lei na Assembléia Legislativa de vários Estados, propondo a obrigatoriedade do uso do lacre nas latas de cerveja. Agora é aguardar o desfecho nos meses vindouros.

Fontes: 


segunda-feira, 19 de maio de 2008

Choose beer!

Das dores e goladas crônicas


Por Victor Uchôa, em 16.05.2008, de Braga/Portugal

 

Então eu fui surpreendido com um e-mail de Juliana Kalid, grande amiga que, para o seu novo blog, pedia uma crônica sobre minha relação com a cerveja na Europa. A surpresa não reside em ter que discorrer sobre tão querida matéria. A surpresa está em alguém pedir uma crônica a mim, que de crônica, só entendo da dor no calcanhar esquerdo que me acompanha há anos.

Porém, perseverante, tento. Daí, lembro do primeiro gole que tomei após cruzar o Atlântico, há oito meses: Super Bock, marca portuguesa. Ali, redefini conceitos para me adequar à nova vida. A cerveja européia tem mais álcool e por aqui se bebe, majoritariamente, cerveja tipo Ale, ou variações do tipo Lager com algumas diferenças em relação à Lager Pilsen, de maior consumo no Brasil.

Caberia uma explicação sobre a diversidade do processo químico de produção e fermentação de tantos tipos de cerveja, mas minhas notas de Química sempre foram péssimas e o Google está aí é pra isso mesmo. Foco essa ladainha no ritual da mesa de bar, o melhor lugar do universo para se jogar conversa fora.  

Existem algumas diferenças básicas entre “tomar uma” no Brasil e na Europa. Pra quem nasceu nos trópicos, talvez a mais marcante seja a temperatura, do ambiente e do precioso líquido. Não importa quão frio esteja, brasileiro gosta de cerveja gelada. Europeus contentam-se com a temperatura cházica.

Pior do que isso, só o fato de que no Velho Mundo é impossível tomar alguns goles petiscando o que deve obrigatoriamente ser petiscado com cerveja: carne do sol com mandioca, caranguejo, camarão ao alho e óleo e acarajé cortadinho com vatapá, dentre outras iguarias que tanto fazem falta nessa banda do planeta.

Não importa se estudante quebrado ou membro do Parlamento Europeu de Bruxelas, quem sentar numa mesa de bar na Europa, na praia, na montanha ou na cidade, dificilmente achará algo diferente de um sanduíche de frango ou um misto quente. É o fim do mundo.

Mas esses empresários sem visão empreendedora ganham o que merecem. Pelo menos eu e meus amigos fazemos nossa parte na tarefa de transformar a Europa num lugar melhor pra se viver. Em cada bar que sentamos, a primeira ação é avaliar as formas viáveis de sair dali com a maior quantidade possível de copos. E assim, já não sei como levarei tantos no meu retorno para o Brasil.

Fato é que quanto mais saborosa a cerveja, mais legal é o copo, o que nos leva à velha discussão sobre a melhor cerveja do mundo, muito comum na Europa. As belgas Stella Artois e Leffe e a irlandesa Guinness são referências recorrentes. Todas ótimas, atesto. Mas na minha humilde opinião, um barril de cada uma dessas não vale uma tulipa das alemãs Erdinger e Franziskaner, ambas de trigo. Sabor e textura inigualáveis. E o copo Erdinger é o mais legal da minha prateleira.

Porém, como estudante quebrado, não é todo dia que posso degustar em tão alto nível. O normal é cair pra dentro da já citada Super Bock ou da também portuguesa Sagres, que não deixam a desejar. Quando muito, invisto em Carlsberg, dinamarquesa que, além de muito boa, me faz sonhar com suas promoções de levar um vivente à final da Eurocopa 2008.

Na categoria “Goles em Trânsito”, destaque para a suavidade da espanhola Estrella Galicia, (a)provada em Santiago de Compostela. Na Itália, pizza de prosciutto crudo casa perfeitamente com a birra. De frente pro mar do Algarve português, um brinde com a nacional Tagus, que não tem nada demais, mas valeu pelo ambiente. Ainda no Algarve, algo da já conhecida mexicana Corona, que com um limão no gargalo tem o seu lugar. Visitando a Terra da Rainha, muito da australiana Foster`s, mais barata nas lojas de indianos. E lá, claro, de pub em pub, é impossível que eu lembre todos os experimentos. Consigo citar a famosa Budweiser, tcheca, além das britânicas Carling e John Smiths, a primeira bem encorpada, a segunda um tanto quanto ácida.

Não tive o fermentado prazer, mas um amigo descreveu sua visita à fábrica da Guinness, em Dublin, com o mesmo brilho no olhar do garoto Charlie ao entrar na fábrica de Willy Wonka. Para breve, planejo uma viagem em que pretendo passar por Amsterdam e Praga. A República Tcheca tem o maior consumo do planeta de litros de cerveja por habitante e é lá que está a região da Boêmia, onde se produz a melhor cevada do mundo. Ou seja, sendo Praga bonita ou não, estarei satisfeito. Quanto a Amsterdam, expectativa pela visita à fábrica da Heineken, além, é claro, do contexto Amsterdânico.

Por fim, após tanta prosopopéia, me raciocino todo e concluo que na Europa podem até estar as melhores cervejas do mundo, mas nada se compara a “tomar uma” na Bahia. É onde posso encher o peito e dizer em bom tom: “Ô, Vitória (ou as variantes “Minha Pedra”, “Minha Corrente”, “Grande” e “Sacanagem”), traga aquela que você guardou pra tomar depois que fechar. Cú de foca, meu pai!”. Então, tomo alguns goles enquanto petisco um acarajé cortadinho com vatapá, vendo o sol mergulhar na Baía. Ah, “e se calhar”, diriam os portugas, com um grande amor massageando meu calcanhar.  

segunda-feira, 12 de maio de 2008

Futebol sem bola (parte I)

A tarefa era simples, acompanhar durante um fim de semana um time qualquer, sua rotina de treinamento, a movimentação da concentração e os bastidores de uma partida. Simples não fosse o fato de a equipe ser exclusivamente leiga no assunto futebol, para não mencionar o detalhe do olhar unicamente feminino, o que não quer dizer nada, mas no nosso caso não ajudou.

O esporte em questão é o mais praticado e reverenciado no mundo e não seria eu quem ficaria imune aos encantos da bola, sou torcedora, pouco fanática, displicente até. Sou Bahia desde não me lembro quando e sem razões claras. Acabamos na concentração do Vitória e vi que torço sim e muito, rodeada pelo rubro negro, meu lado tricolor sentiu cá seus incômodos.

Fazia calor nas redondezas do Parque Ecológico Canabrava, era sábado, 3 de maio, véspera da decisão do campeonato baiano. No caminho para o estádio Manoel Barradas, conhecido Barradão, descobrimos até o Jardim Botânico de Salvador, julgado inexistente até então. Reinaugurado em 1991, o Barradão está longe de ser um estádio de ponta, desses que a gente vê sediando jogos de Copa do Mundo, mas há de convir que é um espaço moderno e cumpre com as exigências da FIFA para realizar jogos internacionais. Quando chegamos, o treinamento acontecia atrás do campo oficial em três diferentes quadras: equipe principal treinando em uma, equipe de juniores treinando em outra e uns jogadores em separado. Confesso que imaginava tudo muito maior, da televisão parece que o campo é de proporções gigantescas, Mcluhan tinha razão.

O clima não parecia de véspera de decisão. Em treino coletivo titulares e reservas se enfrentavam numa partida descontraída e amistosa. Vanderson, volante da equipe profissional, em certa altura se machuca, “aqui foi besteira, o pessoal pega leve que amanhã tem jogo”, conta o atleta que revela que desde que entrou para o futebol perdeu a capacidade de torcedor e tornou-se da qualidade de jogador, “meu time é o do momento”.

O treino segue e o mundo do futebol vai se descortinando. Roque Mendes, assessor de comunicação do Vitória, conta mais: “a rotina aqui é dura, porque sim, há rotina, cada dia da semana os jogadores têm uma série pré-estabelecida de atividades, todo mundo acaba virando família mesmo, não tem como ser diferente, eles ficam concentrados às vezes três, quatro dias, passam mais tempo aqui do que em casa”.

Um carro pára, saem duas crianças e uma mulher. Filhas e esposa do zagueiro Marcelo Batatais que escapa por um momento do campo e se dirige ao estacionamento para ver a família. “É complicado ser esposa de jogador, é uma privação. Sempre estamos mudando, quando eu e as meninas começamos a nos acostumar, a conhecer algumas pessoas, temos que nos mudar novamente”, conta a mulher. “Eu tenho saudade de meu pai, tem dias que ele não vem em casa e quando ele joga e se machuca eu choro”, conta uma das filhas. “Sei que é complicado, mas o futebol foi uma boa oportunidade para mim e para minha família, posso ter uma boa qualidade de vida e dar isso às minhas filhas. Os contratos com os times são cada vez mais curtos e isso acaba refletindo nessa vida sem pouso certo, mas elas entendem. O tempo de carreira de um jogador é curto, a hora de dar o gás é agora ”, conta o jogador.

O meio-dia se aproxima, o time volta a treinar. Ivan Andrade, repórter da TV Bahia, chega e cumprimenta os jogadores - parece já ser de casa. Ao lado do campo de treinamento ele faz a passagem para o jornal que irá ao ar logo mais. Nos indica o jogador Rodrigão para conversarmos, diz que ele é “bom de papo”. O atacante se aproxima e faz juz à fama, a conversa com ele pode ser conferida no arquivo de vídeo.

Chega o meio-dia e o treino se encerra, mas ainda não acabou. É hora dos jogadores se recolherem e concentrarem antes da partida no dia seguinte contra o Itabuna. As matérias com a cobertura do domingo, bem como curiosidades e personagens interessantes, podem ser conferidas nas partes II e III de “Futebol sem bola”.  

domingo, 11 de maio de 2008

Cerveja e boa comida

Que o vinho tem seu lado gourmet todo mundo sabe. Um bom vinho, combinado a um bom prato determinado pode resultar numa excelente experiência gastronômica. A quantidade de someliers, confrarias, enólogos e cursos sobre vinhos e culinárias vem aumentando e conquistando sempre novos adeptos.
Porém, o que muita gente desconhece é o lado gourmet da velha e boa cerveja. Ela tem pode ser combinada com alta gastronomia, cervejólogos têm apresentado ao mundo essa nova potencialidade da cerveja, abrindo mais uma possibilidade de seu consumo.
Um post muito interessante sobre o assunto pode ser encontrado no blog de Marcelo Katsuki, no post do dia 7 de maio no link:

http://marcelokatsuki.folha.blog.uol.com.br/arch2008-05-04_2008-05-10.html

terça-feira, 22 de abril de 2008

É o Brasil se refinando


As cervejarias estão desenvolvendo estratégias
para fazer com que o segmento premium, que se consolidou no País há pouco mais de cinco anos, conquiste este ano o melhor desempenho de sua história. O Sindicato da Indústria da Cerveja (Sindicerv) estima que a participação de mercado das cervejas mais caras suba de 4,5% no ano passado para 5,5% em 2008. Hoje, as vendas das cervejas premium movimentam R$ 2 bilhões por ano. Executivos do setor, por sua vez, estimam que a velocidade de crescimento do segmento premium será três vezes superior ao do mercado total este ano, ou 15% contra 5%. Esse resultado seria reflexo de uma mudança no perfil de consumo do brasileiro, que está mais aberto a novas experiências por causa da melhoria da renda.

As microcervejarias também estão atentas ao mercado premium. A Colorado, de Ribeirão Preto, interior de São Paulo, investiu R$ 1 milhão há seis meses numa linha de produção de cervejas em garrafas. Outro R$ 1 milhão foi desembolsado em campanhas de marketing, como o patrocínio da feira náutica Rio Boat Show, realizada semana passada, onde a Colorado foi a cerveja oficial do evento. Há 12 anos no mercado, a empresa vendia apenas chope. A AmBev, cuja marca Boehmia representa 40% do segmento premium, deve manter este ano a estratégia de 2007, quando foram importadas seis marcas, sendo três da Bélgica e três da Alemanha. A empresa tem 20 rótulos diferentes de cervejas mais sofisticadas. O gerente do segmento premium da AmBev, Ariel Grunkraut, diz que esse mercado ganhou força na AmBev há quatro anos.A Schincariol estreou no segmento premium ano passado, com a aquisição de três cervejarias: a Baden Baden, de Campos do Jordão, a Devassa, do Rio, e a Nobel, de Pernambuco. O diretor de marketing da empresa, Marcel Sacco, diz que o foco este ano será ampliar a presença dessas marcas. O executivo não descarta novas compras. “Estamos atentos a oportunidades de crescimento orgânico ou de aquisições”, afirma.

A empresa, que comprou a Kaiser há dois anos, tem as marcas Heineken, Gold, Sol e Bavaria premium como carros-chefe no mercado mais sofisticado. Há um ano, a cervejaria passou a importar a mexicana Dos Equis (XX) para aumentar presença no mercado premium.




Fontes:




quarta-feira, 9 de abril de 2008

Preço da cerveja pode subir


Segundo estudo divulgado ontem, o preço da cerveja aumentará nas décadas vindouras por culpa das mudanças climáticas que prejudicarão a produção de cevada. Jim Salinger, especialista em meio-ambiente do Instituto Água e Pesquisa Meteorológica da Nova Zelândia, afirma que o aquecimento destruirá grande parte dos cultivos do cereal na Oceania.

Salinger, que focou suas pesquisas na Oceania, disse que as circunstâncias levarão a uma redução drástica da produção nos próximos 30 anos. A cevada de malta é um dos ingredientes-base da cerveja junto com a água e o lúpulo, e que confere um sabor amargo depois do processo de fermentação.

quinta-feira, 3 de abril de 2008

Relator admite emenda que proíbe propaganda de cerveja

O relator da Medida Provisória 415/08, deputado Hugo Leal (PSC-RJ), afirmou em entrevista à Agência Câmara que vai acatar uma emenda que, na prática, veda a propaganda de cervejas nos veículos de comunicação. A MP proíbe a venda de bebidas alcoólicas nas margens de rodovias federais ou em locais com acesso direto às rodovias, e considera alcoólica a bebida que contenha concentração igual ou acima de meio grau Gay-Lussac (0,5º GL). Cervejas contêm índice acima de 3º GL, enquanto uma cachaça pode chegar a 54º GL. A emenda, apresentada pelo deputado Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR), determina que o novo conceito seja aplicado à Lei 9.294/96, que atualmente restringe a propaganda de produtos fumígeros e bebidas alcoólicas com concentração acima dos 13º GL, entre outros produtos. Caso a proposta seja aprovada, a publicidade de cerveja seria permitida por meio de pôsteres, painéis e cartazes na parte interna dos locais de venda.
Outra mudança que poderá ser incorporada ao texto é a flexibilização da venda em locais considerados de perímetro urbano. A proibição da venda de bebidas alcoólicas nos locais de acesso às rodovias federais é a principal fonte de resistência à MP. Hugo Leal afirmou que pretende manter a proibição da venda nas rodovias, e dará um tratamento diferenciado aos estabelecimentos que ficam dentro do perímetro urbano. Ele informou que os representantes dos bares e restaurantes já estão sendo contactados para que, dentro das cidades, haja um trabalho de conscientização, mais do que de repressão. 
O presidente do sindicato de bares, hotéis e restaurantes do Distrito Federal, Clayton Machado, critica a medida provisória e afirma que ela deveria se concentrar em punir o motorista infrator e não comerciantes que trabalham de forma honesta e estão acumulando prejuízos desde o início da vigência da medida.Segundo Clayton Machado, caso a MP permaneça com a redação atual, poderá provocar a demissão de 400 mil pessoas e o fechamento de até 50 mil estabelecimentos comerciais em todo o País. 
A possibilidade de flexibilizar a venda em perímetro urbano é admitida pelo próprio governo. O coordenador da área técnica de Saúde Mental, Álcool e Drogas do Ministério da Saúde, Pedro Gabriel Delgado, declarou que o governo aceita as ponderações e as emendas que aperfeiçoarem a questão das áreas urbanas. Ele acrescenta que as propostas terão atenção para reduzir o foco da resistência. 

Fontes:



quarta-feira, 26 de março de 2008

Skol lança nova garrafa

A Skol está lançando uma garrafa de 630ml – 30 a mais que as tradicionais – no Rio de Janeiro. Para divulgar a novidade, a F/Nazca S&S criou três teasers de 15 segundos e um comercial de 30”, onde jornalistas de vários países apresentam, admirados, a nova embalagem.



Ficha técnica
Direção de criação: Fábio Fernandes e Eduardo Lima
Criação: André Faria e Keka Morelle
Atendimento: Marcello Penna, Ana Carolina Escorel, Christiano Bock e Juliana Carvalho
Mídia: Marco Formoso, Douglas Nascimento, Rafaela Queiroz e Fábio Baracho
Planejamento: Fernand Alphen e Bertrand Coca
RTVC: Regiani Pettinelli
Produtora do filme: Cine
Direção de cena: Clóvis Mello
Direção de fotografia: Jean Benoit
Montagem: João Branco e Clóvis Mello
Finalização: Digital 21
Produtora de som: Tesis
Produção de som: Silvio Piesco e Sandro Haick
Aprovação pelo cliente: Carlos Lisboa, Marcel Marcondes e Thiago Zanettini
FONTE: Portal da Propaganda



sábado, 22 de março de 2008

Nobel inaugura sua primeira campanha



No segundo semestre de 2007, o grupo Schincariol anunciou a compra da Indústria de Bebidas de Igarassu (IBI), dona da marca Nobel, no estado de Pernambuco. No dia 17 de março deste ano, passou a ser veiculada a primeira campanha criada para a cerveja, pela W/Brasil. A marca deu continuidade à assinatura “Qualidade em Cerveja”, conceito criado pela RCA e, nessa primeira campanha, traz imagens instigantes, inusitadas e bastante apetitosas. É composta por anúncios seqüenciais de duas duplas em revista, encarte e mobiliário urbano.
As peças mostram copos de cerveja no formato tulipa preenchidos com vários tipos de aperitivos. Pipoca, muzzarella, cebolinha, que fazem as vezes da espuma, enquanto que amendoim, castanha de caju, milho, batata frita, fazem as vezes da cerveja. As peças se encerram com uma tulipa de cerveja cheia do produto e o conceito da campanha: “Aqui entre nós, o aperitivo é só desculpa. Nobel, Qualidade em Cerveja”.
Além da mensagem que divulga a qualidade do produto mais explicitamente, foram criados outros três roteiros temáticos, mostrando atores que sonham acordados com uma Nobel em épocas e ambientes distintos, como em um quarto, em um escritório e até em uma barricada de guerra.Dirigidos pelo publicitário Ricardo “Gordo” Carvalho, os filmes devem permanecer em exibição durante quatro meses.
A campanha tem direção de criação de Rui Branquinho, com criação de Celso Alfieri e Gastão Moreira. Atendimento de André Rossi e Christiane Lapoian. Produção Gráfica de Julio Corrali, fotografia de Ricardo Barcellos. Aprovação no cliente de Marcel Sacco, Ana Coutinho, Alexandre Benatti e Felipe Souza.



Fontes:

quinta-feira, 13 de março de 2008

Ambev lança cervejas importadas no Brasil

A Companhia de Bebidas das Américas – AMBEV – tem o prazer de nos apresentar às cervejas belgas Leffe Blonde, Leffe Brown e Hoegaarden, a alemã Franziskaner Hefe-Weissbier Hell e as uruguaias Patrícia e Nortenã. A Central de Importação da Empresa traz as bebidas inicialmente para a capital federal, onde serão comercializadas na rede Pão de Açúcar ao preço sugerido de R$ 4,50 (Leffe Blonde e Leffe Brown); R$ 3,90 (Hoegaarden); R$ 3,90 (Franziskaner Hefe-Weissbier Hell); R$ 6,89 (Patrícia e Nortenã) e R$ 3,59 (Hoegaarden).
Vale lembrar que é bom ir com calma, cervejas importadas, tendem a ter um gosto mais amargo que o das nossas cervejas nacionais, além de um teor alcoólico maior, no caso da Leffe isso fica em torno de 7%.



Fontes:


http://www.gazeta.com.br/integraNoticia.aspx?Param=27%2C0%2C1569785%2CUIOU


http://cabecadecuia.com/drops/2008-02-25/ambev-lanca-cervejas-importadas-em-brasilia-19145.html

domingo, 9 de março de 2008

Se bem não fizer, males não causará


Tudo nessa vida parece necessitar de parcimônia e não seria a cerveja,
a excessão, por motivos mais que óbvios. Bom, mas a notícia é animadora, em quantidades moderadas, repetindo, moderadas, a cerveja pode ajudar no combate de infecções. Quem diz são cientistas da Universidade de Innsbruck, na Áustria, país que tem a bebida como a mais consumida. Isso porque as propriedades terapêuticas encontradas no vinho, no chá verde e preto se assemelham às substâncias da cevada. Nosso sacro líquido ainda proporcionaria efeitos tranquilizantes no organismo, por estimular a produção da serotonina, substância neurotransmissora conhecida como a “hormona da felicidade", que afeta o humor e a ansiedade.
Ah, não pára por aí. Britânicos do King’s College e do St. Thoma´s Hospital concluíram em que a cerveja é a maior fonte de silício, mineral que estimula a massa óssea. Aí foi a vez dos espanhóis da Universidade da região espanhola de Extremadura em colaboração com a Universidade da cidade madrilena de Alcalá de Henares, acrescentarem que ela também teria efeito positivo para aqueles que sofrem de osteoporose.
E se você está curioso para saber a composição da cerveja, pronto, não está mais:

1- 93% de água. Os adultos necessitam de mais de dois litros de água por dia. Comparada com outras bebidas alcoólicas, a cerveja combate melhor a sede pelo seu alto conteúdo de água, que compensa os efeitos desidratantes do álcool.
2 - Álcool (etanol) 3,4% - 14%. Se for ingerido em doses moderadas, o álcool contribui para evitar a acumulação de gordura nas paredes arteriais.
3 - Hidratos de carbono 2% a 3%. Proporciona cerca de 15 g da maior fonte de energia do corpo humano.
4 - Calorias. 33 cl de uma cerveja normal contêm cerca de 150 kilocalorias (menos 60 do que um refrigerante de cola), com a vantagem acrescida de não provocar cáries. Com certeza que 9 em cada 10 dentistas lha recomendariam.
5 - Gorduras. Zero… tinha dúvidas??
6 - Magnésio (48 mg, 12% da DDR*) e silício (6 mg). O consumo de cerveja associa-se a uma maior densidade mineral nos ossos, actuando como factor preventivo face à osteoporose.
7 - Potássio (190 mg, 12% da DDR). Compensa a perda excessiva deste mineral através da urina, importante na prevenção das cãibras musculares.
8 - Vitamina B12 (0,8 mcg, 48% da DDR). Produz serotonina e dopamina, as duas substâncias químicas responsáveis pela sensação de bem-estar.
9 - Vitamina B2 - Riboflavina (8% da DDR). Contribui para o crescimento da pele, do cabelo e das unhas e também actua como cicatrizante.
10 - Vitamina B5 - Ácido Panthoténico (4% da DDR). Sintetiza os lípidos e o açúcar dos alimentos. Essencial para digerir as batatas bravas.
11 - Vitamina B3 - Niacina (6 mcg, 8% da DDR). Ajuda a queimar os hidratos de carbono e as gorduras, e atrasa a formação de cabelos brancos.
Agora que sabemos dos prós, é bom estar atento aos contras guardados no fundo da consciência.


Fontes:

http://www.jornaldeangola.com/artigo.php?ID=79269&Seccao=geral


Jornal O Dia - 29/10/2002


Yahoo Notícias - 11/02/2008


Terra Notícias - 13/12/2004






terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

Tin Tin


Então é isso, cerveja aqui não é pretexto, é assunto sério. Quer dizer, sabe como é, né? Aqui tem chopp, tem cerveja, tem a que desce redondo, tem a boa, a número um, o primo, a dos amigos, as novidades, as esquecidas e até as que você nunca ouviu falar. Vamos da produção à mesa de bar. E de uma mesa bar...